By Joel Fabiani –
Jan 4, 2008Posted in: Literatus
Desopilando e pensando na fugacidade da vida…

Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
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26 January 2009 11:04 PM |
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Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam o fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta
Que não floresce e leva dentro de si, oculta,
A luz daquelas flores,
E [...]
Luiza Possi – Coração de Papel
14 January 2009 7:50 PM |
2 Comments
Apesar de ser bem familiarizado com a popular versão cantada por Sérgio Reis, foi essa fantástica interpretação de Luiza Possi que realmente me impressionou.
Letras (exibir/ocultar)
Se você pensa
Que meu coração é de papel
Não vá pensando, pois não é
Ele é igualzinho ao seu
E sofre como eu
Por que [...]
Rubem Alves X Educação
19 October 2006 9:44 AM |
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Eu? Eu gosto de ler. Não acho que leia muito nem pouco, mas na medida para sentir-me satisfeito. Pode ser poesia, drama, técnico e até bula de remédio, aliás… adoro bulas, da posologia de vocabulário simples a composição, onde encontro palavras que mal consigo pronunciar, e rio disso.
Muito massa a poesia!!
O Joel, dá sinal de vida cara.
Vitão, como andam as coisas?
Saí ontem com o Sávio e o Rafael para comer Yakisoba e comentei que vc deixou um comentário aqui. Olha só quem deu sinal de vida hein?! Quando vc vem pra Fortaleza nem avisa a moçada, aí é fo#@.
Saudade dos velhos tempos =)
Abração velho.
encontrei teu blog hj
já te coloquei nos favoritos
bye
Muito obrigado Nalva, espero em breve disponilizar novos artigos.
Abraços