Um conceito alternativo para censura
Nosso amigo Fabrício Ribeiro, autor de recentes comentários sobre a questão da pílula do dia seguinte publicou em seu blog um artigo entitulado “Defendi Dom José e fui censurado“onde diz ter sido censurado de forma pejorativa e arbitrária pelo “The Joe Report”. Gostaria que o Fabrício recordasse que todo e qualquer veículo de mídia está sujeito a uma censura/moderação dependedo do conteúdo e cabe a seus responsáveis administrá-los de forma que o conteúdo mantenha-se em determinado patamar de respeitabilidade. Em fóruns é essa a função dos moderadores, ao perceberem conteúdo ofensivo, racista ou sexualmente inadequado simplesmente apagam.
Respeito a atitude do colega mas apenas lamento ele não ter colocado no artigo o e-mail enviado para o mesmo a dois dias atrás onde pedi moderação, segue:
Fabrício, bom dia.
Peço que modere o último comentário. Estou certo que podemos manter
essa discussão sem ataques pessoais. Tomei o cuidado de copiá-lo
abaixo para que você não tenha o trabalho de re-escrevê-lo totalmente.Sobre a “aula” já enfatizei que apenas inseri detalhes sobre o tema
que você levantou, logo não há necessidade de insistir que
“ministrei-a”.Passar bem,
Joel Teixeira
Os dois comentários enviados pelo Sr. Fabrício foram publicados na íntegra e sem modificações, no terceiro pedi que fosse realizada uma reavaliação do conteúdo visto que entre outros pontos o Fabrício tratado com todo respeito, e isso não mudará, me chama de petulante e refere-se a minha pessoa em seu blog como “o tal Joel”. Abaixo, minha resposta ao artigo do Fabrício.
Fabrício, admiro realmente pessoas como você que lutam com garras e dentes para defender suas convicções.
Realmente não entendi o título de seu artigo, seus dois comentários estão lá na íntegra e o terceiro comentário, desnecessariamente ofensivo, enviei para você por e-mail pedindo-lhe moderação e continuei até agora aguardando um retorno.
O motivo pelo qual pedi que você moderasse é simples: Não sei se por falta de argumentos ou demais motivos, você me ataca chamando-me de petulante, apela para fatos já esclarecidos como a “aula” que você diz que ministrei mesmo depois de eu ter explicado que apenas levantei detalhes sobre uma questão que você levantou (o aborto) e age com sarcasmo.
Peço que você mantenha a discussão de forma madura e você diz que sua intenção desde o início era essa (discussão madura) mas diz o que falo são asneiras e enquanto todo o tempo te tratei com respeito você refere-se a mim como “o tal Joel” e diz ter sido censurado quando simplesmente enviei o comentário de volta pedindo moderação e que você agisse como adulto ao invés de arbitrariamente me chamar de petulante.
Não tente apoiar-se no fatalismo, não sou seu inimigo logo não precisa tratar-me como tal.
Desejo muita paz pra você Fabrício, espero que essa paz lhe forneça a reflexão necessária para reavaliar sua postura em relação a esse assunto.
Apenas enfatizando Fabrício, diferentemente das agressões voltadas a minha pessoa em seu blog fique tranquilo que aqui você será tratado com o mesmo respeito que foi tratado desde o início. Seus comentários continuam a ser bem-vindos desde que continuem no plano das ideias, argumentações e descondâncias; no momento que partirem para a ofensa e ataques esteja certo que serão vetados pois de certo existem muitos outros sites com conteúdo ofensivo ou inapropriado, não este.










Vou citar o Pequeno Príncipe, me perdoe: “A linguagem é uma fonte de mal-entendidos”.
Quem leu o comentário sobre a aula de educação sexual achou ofensivo, Joel. Você não deixou claro que não era sua intenção ofender.
Boa semana.
Olá Wagner, por motivo de viagem não pude responder seus comentários prontamente. Te desejo muita paz nesse período de provação.
Sobre o comentário: troquei um e-mail com nosso amigo Fabrício agora a pouco e acredito que as coisas estejam melhor explicadas. Não há nada mais distante da intenção real do comentário que a ofensa. Sendo próximo, acredito que o Fabrício pode te mostrar o e-mail Wagner.
Forte abraço.
Joel, eu me sinto culpada. Me desculpe.
Eu mandei uma cópia de seu artigo sobre a Arquidiocese de Recife, para o Fabricio.
Achei sua postura coerente e tentei mostrar a ele e seu grupo.
Sou Católica, contra o aborto, mas acredito que outras pessoas, têm o direito de terem opiniões diferentes das minhas.
Por acreditar que não devo interferir nos “pecados” dos outros fui alvo das agressões pessoais dos amigos dele,
(fui taxada de satanista, abortista e disseram q eu deveria ser excomungada; entendem que sou o pior tipo possivel de mulher que sou uma FEMINISTA!)
Eles acham que ser feminista é algo do mal, é a pior ofensa que fazem a uma mulher, vai entender a cabeça desse povo.
São Católicos fundamentalistas, que em nome da Igreja e da fé, se julgam no direito de agredir e ofender.
Me desculpe, se também foi alvo da “furia religiosa” deles.
Sandra, em momento algum e sob nenhuma forma quero que sinta-se culpada. Este é um assunto polêmico e é natural que surjam pessoas de opiniões divergentes, isso é respeitável tal como a opinião do Fabrício.
Assim como você, também acredito que pessoas tem direito a opiniões diferentes e lamento que você tenha passado por esta situação e insultos. Em minha humilde opinião, não são necessariamente religiões tampouco grupos que nos aproximam de Deus, Ele está dentro de cada um de nós e cada um o encontra a sua maneira e assim deve preserva-lo, com respeito e bom-senso.
Não se deixe ser agredida, com certeza Ele não deseja isso.
Muita paz pra você.
Caro Joel,
Você melhor do que ninguém está ciente da sinceridade, honestidade e respeito que tive com você ao longo do debate privado que tivemos por e-mail.
Portanto, acredito que você não deva acreditar na Sandra, e acredito que você não deveria ter publicado o comentário dela.
Apesar dela ser próxima a mim, tenho que dizer que ela é uma pessoa que, apesar de ter opiniões semelhantes às tuas, não é dada ao debate sadio, como você é. Ela rejeita, finge que não ouviu ou não leu, ou então desqualifica totalmente os argumentos do interlocutor. Ela não tem uma postura sincera e aberta ao debater com alguém.
Ninguém a chamou de “satanista”, apenas ela fez uma confusão. Ela própria se assumiu como feminista. Nem toda feminista precisa ser necessariamente da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, pois esta não é a única organização feminista que existe. Mas ao saber que as CDD são satanista, como nos revelam vários informantes, por exemplo, o Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz e os bispos americanos, ela, feminista confessa, sabe-se lá por que motivo, assume o adjetivo “satanista” também para si.
Quanto a chamá-la de abortista, ainda que nem eu e nem ninguém tenhamos assumido a postura de ficar bradando “abortista, abortista” para ela, ela própria se assume como abortista, pois ela se diz a favor do “direito de decidir”. Ela só parece se esquecer da decisão que está em jogo, ou seja, matar ou não uma criança.
Os movimentos feministas foram historicamente condenados pelos Papas, e são condenados e criticados até mesmo pela Campanha da Fraternidade 2008, pois desvirtuam o papel e a natureza da mulher, segundo o ponto de vista católico, além de favorecerem no mundo todo a cultura da morte. Isso é uma discussão à parte, pois pouca gente compreende de imediato que essa postura da Igreja não é machista, mas sim, em defesa da própria identidade feminina. Mas quando apenas informei à Sandra sobre a condenação do feminismo pela Igreja, ela se sentiu ofendida por mim. Ela parece confundir o feminismo com a emancipação da mulher na sociedade, mas são coisas totalmente distintas, como você bem deve saber.
Quanto a ser católico fundamentalista, é outra confusão dela. Não existe católico fundamentalista. Existe católico fiel à sua própria doutrina, e os católicos infiéis à sua doutrina. Estes, talvez sejam mal informados ou mal formados como ela, que acreditam ser possível ao mesmo tempo ser católico e ser a favor do direito de decidir sobre a vida de alguém.
Ela chama de fundamentalista não só a mim, mas a todos aqueles que concordam com o que diz o Catecismo da Igreja Católica. Do ponto de vista dela, todo católico que segue fielmente todas as orientações da Igreja, não é um bom católico, mas um “católico fundamentalista”. Nada poderia ser mais ridículo.
Enfim, espero que publique meu comentário como um direito de resposta, pois até o momento em que a minha discussão com ela era particular, eu não precisava vir aqui te envolver. Mas ela veio aqui por iniciativa dela acusar-me pra você em um veículo público. Além do mais, você e eu também travamos nosso debate via e-mail, e foi um debate sadio. Portanto, acredito que você tenha base suficiente pra julgar o que ela escreveu sobre mim.
Paz e Bem!
Olá Fabrício,
Em momento algum pensei em vetar seu comentário, como já expliquei a você seus comentário são bem vindos e concordando ou não com suas palavras elas tem acesso livre desde que dentro dos critérios já citados. Seu direito de resposta é válido e foi publicado como tal.
Paz pra você também.
Deixe seu comentário!
Galeria
Citações
— Oscar Wilde
Contato
Random Posts
Posts recentes
Comentários
Páginas
Categorias
Calendário
Assine
Translate
Top Commentators
Blogroll
Shared
Promotional
Powered by
Receba atualizações por e-mail
Tag Cloud
Mais Enviados
Mais Comentados
Mais Populares