Quem assistiu “Sociedade dos Poetas Mortos” provavelmente lembrará dessa passagem:
Mas se você escutar bem de perto, você pode ouvi-los sussurar o seu legado. Vá em frente, abaixe-se. Escute, está ouvindo? – Carpe – ouve? – Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas.
Viva o hoje… viva agora… viva.
“Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo
Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, Fugir dos conselhos sensatos…
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !
Não se esqueça de ser feliz.”












Quem morre? Quem vive?
Sobre isso eu realmente não sei.
Talvéz não arriscar seja viver uma falsa segurança.
Prefiro viver o inesperado,
tipo hoje, ler o blog do Joel.
grande cara.
Um grande abraço.
Que surpresa agradável Edmilson. A ausência invevitável e o tempo que quase tudo levam embora não apagaram a boa e saudosa imagem que tenho de você. Muitas saudades amigo.
Para mim, Joel, vejo a coisa um pouco diferente da Martha. O homem que está morrendo é justamente aquele que não consegue ficar na “monotonia”, ele tem que estar sempre mudando, porque se “cansa” rapidamente. Ele pega o ônibus porque cansou de andar a pé e anda a pé porque está cansado de ir de carro. A criança, que é cheia de vida e símbolo do vigor, passa horas e horas na mesma brincadeira “monótona” de correr em círculos ou de chutar a bola contra a parede. Ela consegue se divertir com as mesmas coisas, ela fala “de novo, de novo!” com o mesmo entusiasmo de como se fosse a primeira vez. Mas é o homem agitado que não consegue ficar sozinho, consigo mesmo, sem ficar angustiado. Ele precisa mudar sempre a sua rota, ele precisa mudar seu modo de se vestir, ele precisa fazer outro caminho pra casa, porque ele se fadiga de tudo. É esse o homem que está morrendo. Ele não consegue se maravilhar com o mundo, dia a dia, como se fosse a primeira vez que o vê nem consegue se entusiasmar com os seus atos, como se fosse a primeira vez que os pratica.
Abraço.
Agnooooonnn!!! É um excelente e super válido ponto de vista. Concordo com a Martha e concordo com você exatamente por acreditar que, na verdade, não há discordância entre ambos. Alguém que vive e revive a rotina com o mesmo prazer sempre, não tem motivos para queixar-se de nada. Acredito que a Martha refere-se aos desejos suprimidos, as ambições caladas e ao medo de tentar (partindo da premissa que é algo que se almeja). Talvez a palavra certa seja proteção, essa proteção que muitas vezes nos matém a salvo… a salvo de uma mágoa, de um risco… mas tb nos afasta de realizações.
Martin Luther King expressa minha interpretação ao texto de forma mais clara quando diz:
“É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.
É melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder.
Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver”
Adorei a comparação com as crianças, obrigado por mais uma excelente contribuição. Grande abraço.
Olá !
Que bom , mais um brasileiro por aqui!!!
Pois então, é claro que pra tudo na vida existem exceções e o post que escrevi foi genérico.
Eu sou uma das brasileiras que você citou e que coloca banana na comida!, mas pode apostar que mesmo que nem todos os brasileiros o façam, só os brasileiros fariam, entendeu? hahahaha
Vinagre na batata frita é um hábito comum, pergunte para os seus mates!
O ralo que eu me referi foi o que facilita na hora de lavar o banheiro e acho que todo mundo entendeu, já que o fato do ralo ser dentro da banheira pelo menos aqui em casa dificulta eu poder jogar aqueeeela água e lava-lo de verdade!
Pois é 70% ou até mais dos frenquentadores dos pubs podem ser homens, mas a mulher também tem o dia dela, PODE APOSTAR, e mais, brasileiro não faz isso, pelo menos eu nunca vi!
Um abraço, vou assinar seu feed!
P.s.: Sou fanzona da Marta Medeiros, tenho uns livros , se quiser emprestado avisa.
Ahh e quanto ao Landlord…eu não tenho landlord, mas sei que muitos especificam no contrato que o podem fazer, é claro que usando desculpas como a de checar o número exato de pessoas que moram no local ou de fazer algum conserto, o fato é que eu já escutei histórias desse tipo com brasileiros e mais de uma vez, se fosse comigo, eu não assinaria um contrato desses.
Faz quanto tempo que você está por aqui?