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Archive for the ‘Social’ Category

Mulher morre atiginda por caixão do marido

November 11th, 2008

Uma mulher de 67 anos morreu após ser atingida pelo caixão onde estava seu marido, na madrugada desta segunda-feira, em Tapes, no Rio Grande do Sul.

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Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, Marciana da Silva Barcelos estava no banco ao lado do motorista no veículo da funerária, que transportava a urna de Tapes, onde o casal morava, seguindo para Alvorada, onde o marido seria enterrado.

Um veículo de passeio colidiu na traseira do carro da funerária, na Rodovia RS-717, na região de Tapes, deslocando o caixão para frente, que acabou atingindo a vítima. Ainda não há informação se a morte ocorreu no local ou se ela chegou a ser levada a um hospital.

Fonte: Último Segundo
Contribuição de Afonso Lage.

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Como posso eu mudar o mundo?

September 25th, 2008

A história das coisas

September 22nd, 2008

Alguma vez você se perguntou sobre a real origem e destino de nossos bens de consumo? Da extração de matéria-prima ao tratamento de lixo, quantas e quais as etapas necessárias para complementar este processo? Até quando existirão recursos naturais suficientes ao nosso estilo de vida?

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No documentário “A História das Coisas“, Annie Leonard trata este assunto de forma clara e direta. A versão publicada neste artigo foi dublada por membros de uma comunidade no orkut chamada “Permacultura”. Caso prefira assistir a versão legendada clique aqui.

A culpada por este artigo é Natália Macedo, uma amiga muito especial que me recomendou o vídeo por e-mail. Obrigado Natty, excelente indicação.

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O petróleo não será mais nosso

September 8th, 2008

É assustador como neste país nossos recursos naturais são rapidamente loteados. O caso do pré-sal é ilustrativo de como pensam os brasileiros, e de como nós, brasilianos, faríamos diferente. Nós, brasilianos, acreditamos que o petróleo é nosso, que deveria ser usado em benefício dos brasilianos desta nação, que ele é estratégico para o desenvolvimento. Os brasileiros que se manifestaram até agora acham que o pré-sal deve ser exportado para outras nações, que o lucro deve ser investido num fundo soberano off-shore, para não pressionar o câmbio e não prejudicar os brasileiros que exportam outros produtos para essas mesmas nações.

Petróleo

Antigamente, isso seria chamado de entreguismo. Exportar petróleo para conseguir uma receita extra em dólares é um erro monumental. Daqui a dez anos o petróleo poderá custar em torno de 290 dólares o barril, e os dólares colocados no fundo soberano não nos permitirão sequer recomprar o mesmo petróleo exportado. Esses brasileiros acham que somos uma Arábia Saudita, uma Noruega ou uma Venezuela, onde o petróleo é a única fonte de receita externa. Esquecem que temos uma economia bastante diversificada, que já exporta o suficiente. Querem repetir 500 anos de história econômica, quando brasileiro era a profissão daqueles que exportavam matérias-primas e não uma cidadania daqueles que, como eu, querem criar empresas para processar essas matérias-primas no Brasil.

Enquanto o governo dos Estados Unidos fortalece as suas empresas de petróleo, fazendo até guerras por elas, nós estamos deliberadamente enfraquecendo a Petrobras, dividindo-a em duas. Seus engenheiros serão conhecidos como os que se esforçam e pesquisam, mas não levam. Enquanto os Estados Unidos mantêm seu petróleo debaixo do solo como estoque estratégico, comprando o que precisam do México e da Venezuela, nossos acadêmicos preparam a venda do nosso petróleo para os americanos, dizendo que isso beneficiaria a saúde e a educação. Trouxeram até um professor de Harvard, Ricardo Hausmann, que deixou bem claro o que ele quer que façamos.

Plataforma

“Há apenas dois destinos para as receitas de petróleo: usá-las ou poupá-las, num fundo no exterior. É o modelo usado na Noruega.” Ele escondeu habilmente um terceiro e óbvio destino possível: não gerar receitas já, retirando o petróleo somente à medida que necessitarmos dele de fato. Não precisamos do lucro rápido que estão propondo, como precisam a Venezuela e o Equador. Não precisamos vender petróleo para o professor Ricardo Hausmann encher o tanque de seu carrão. Se já sabemos que consumiremos esse petróleo nos próximos cinqüenta anos, por que então vendê-lo a nações estrangeiras, como sugere o professor de Harvard? Uma vez exaurido o nosso recurso estratégico e não renovável, será que os Estados Unidos nos venderão petróleo? E a que preço?

O México vendeu quase todas as suas reservas aos Estados Unidos por 2 dólares o barril, em vez de deixá-las como uma reserva estratégica nacional, como estou sugerindo. Hoje, suas reservas estão no fim e o país não terá petróleo para manter sua própria economia durante os próximos cinqüenta anos. A questão do pré-sal é outra, que nada tem a ver com criar um fundo soberano, gastar em saúde ou em educação. A questão é se deveríamos exportar o nosso pré-sal para outros países ou não, se deveríamos poupar dólares ou poupar petróleo. Se eu fosse mais jovem, diria que a CIA está por trás dessa orquestração, mas hoje sei que são intelectuais brasileiros e seus admiradores de sempre que estão tramando vender nosso petróleo, já que somos “auto-suficientes”. Mas por quanto tempo?

Corremos o risco de esse petróleo não ser mais nosso, de não ser mais do povo brasiliano, de ver esses investimentos em dólares num fundo soberano serem mal aplicados, como sempre, e de ver nossas futuras gerações sem petróleo, sem saúde e sem educação. Mais uma vez vão prejudicar os jovens do Brasil, vendendo a “preço de mercado” o que seria deles. O pior é que não há nada que nós, brasilianos, silenciados, sem espaço e em franca minoria, possamos fazer.

Fonte: Stephen Kanitz para a revista Veja.

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Medicina Alternativa de A a Z

August 31st, 2008

Pesquisas acadêmicas recomendam, a prática terapêutica comprova: para promover a saúde, não existem recursos mais eficazes do que frutas, legumes, plantas, argila e água. Com mais de 500 mil exemplares vendidos, o manual “Medicina Alternativa de A a Z” escrito por Carlos Nascimento Spethmann tornou-se uma das principais referências em tratamentos naturais no Brasil. De forma clara e objetiva, a obra orienta como tratar mais de 250 enfermidades por meio de recursos naturais. São mais de 1.500 receitas simples e fáceis de preparar, além de procedimentos eficazes baseados na utilização medicinal da água e da argila.

  Medicina Alternativa de A a Z (3.9 MiB, 1,690 hits)

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