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	<title>The Joe Report &#187; drummond</title>
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		<title>R. Alves &#8211; As razões do amor</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 06:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joel Fabiani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="433" height="650" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/olhosnosolhos.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="olhosnosolhos" title="olhosnosolhos" />Na absoluta maioria das vezes, aprecio intensamente os artigos do Agnon. Mas esse último&#8230; Passou dos limites!!! Em minha opinião e até este momento, simplesmente o melhor. O artigo intitulado &#8220;Desejo sexual x Eros&#8221; expõe, de forma magnífica, as peculiaridades do amor e do sexo [...]

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					<span class="sub">07 March 2009 1:11 PM | 
					1 Comment</span>
					<span class="excerpt">
					Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. [...]					</span>
				</ul>
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					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/10/amor_parvos.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="amor_parvos" title="amor_parvos" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/10/mpb4-por-quem-merece-amor/">MPB4 &#8211; Por quem merece amor</a></b>
					<span class="sub">11 October 2008 6:53 PM | 
					No Comments</span>
					<span class="excerpt">
					MPB4 em uma belíssima interpretação da música "Por quien merece amor" de Silvio Rodriguez.					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/05/1446258_vgtzp.jpeg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="O Beijo" title="Amor e Saudade" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/05/fernando-pessoa-a-falencia-do-prazer-e-do-amor/">A falência do prazer e do amor</a></b>
					<span class="sub">18 May 2008 6:59 PM | 
					2 Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Fragmento de mais uma obra-prima de Fernando Pessoa - Ah, L'Amour.					</span>
				</ul>
			</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na absoluta maioria das vezes, aprecio intensamente os artigos do <a href="http://agnonfabiano.blogspot.com/">Agnon</a>. Mas esse <a href="http://agnonfabiano.blogspot.com/2009/03/desejo-sexual-x-eros.html">último</a>&#8230; Passou dos limites!!! Em minha opinião e até este momento, simplesmente o melhor. O artigo intitulado &#8220;<a href="http://agnonfabiano.blogspot.com/2009/03/desejo-sexual-x-eros.html">Desejo sexual x Eros</a>&#8221; expõe, de forma magnífica, as peculiaridades do amor e do sexo na ótica de C. S. Lewis e sob o obstinado crivo do Agnon.</p>
<p style="text-align: justify;">Este tema vem sendo, direta ou indiretamente, bem abordado em minhas últimas  postagens. O artigo do Agnon não poderia ter vindo em melhor momento, não apenas porque eu concorde integralmente com o artigo, mas principalmente por entendê-lo como um excelente complemento às questões vigorosamente colocadas em evidência aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda nesta linha, segue mais uma belíssima crônica do Rubem Alves, recentemente mencionada <a href="http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-as-sem-razoes-do-amor/">em outro artigo</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-4046" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/olhosnosolhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-4046 alignleft" title="olhosnosolhos" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/olhosnosolhos-199x300.jpg" alt="olhosnosolhos" width="199" height="300" /></a>&#8220;Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. Ela floresce porque floresce.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Drummond repetiu a mesma coisa no seu poema As Sem-Razões do Amor. É possível que ele tenha se inspirado nestes versos mesmo sem nunca os ter lido, pois as coisas do amor circulam com o vento.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu te amo porque te amo&#8230;&#8221; &#8211; sem razões&#8230; &#8220;Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo.&#8221; Meu amor independe do que me fazes. Não cresce do que me dás. Se fosse assim ele flutuaria ao sabor dos teus gestos. Teria razões e explicações. Se um dia teus gestos de amante me faltassem, ele morreria como a flor arrancada da terra.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Amor é estado de graça e com amor não se paga.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Nada mais falso do que o ditado popular que afirma que &#8220;amor com amor se paga&#8221;. O amor não é regido pela lógica das trocas comerciais. Nada te devo. Nada me deves. Como a rosa que floresce porque floresce, eu te amo porque te amo. &#8220;Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários&#8230; Amor não se troca&#8230; Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-4048" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/heartjv0.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4048" title="heartjv0" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/heartjv0-300x200.jpg" alt="heartjv0" width="300" height="200" /></a>Drummond tinha de estar apaixonado ao escrever estes versos. Só os apaixonados acreditam que o amor seja assim, tão sem razões. Mas eu, talvez por não estar apaixonado (o que é uma pena&#8230;), suspeito que o coração tenha regulamentos e dicionários, e Pascal me apoiaria, pois foi ele quem disse que &#8220;o coração tem razões que a própria razão desconhece&#8221;. Não é que faltem razões ao coração, mas que suas razões estão escritas numa língua que desconhecemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Destas razões escritas em língua estranha o próprio Drummond tinha conhecimento, e se perguntava: &#8220;Como decifrar pictogramas de há 10 mil anos se nem sei decifrar minha escrita interior? A verdade essencial é o desconhecido que me habita e a cada amanhecer me dá um soco.&#8221; O amor será isto: um soco que o desconhecido me dá?</p>
<p style="text-align: justify;">Ao apaixonado a decifração desta língua está proibida, pois se ele a entender, o amor se irá. Como na história de Barba Azul: se a porta proibida for aberta, a felicidade estará perdida. Foi assim que o paraíso se perdeu: quando o amor &#8211; frágil bolha de sabão &#8211; não contente com sua felicidade inconsciente, se deixou morder pelo desejo de saber. O amor não sabia que sua felicidade só pode existir na ignorância das suas razões. Kierkegaard comentava o absurdo de se pedir aos amantes explicações para o seu amor. A esta pergunta eles só possuem uma resposta: o silêncio. Mas que se lhes peça simplesmente falar sobre o seu amor &#8211; sem explicar. E eles falarão por dias, sem parar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-4047" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/edf-713098.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4047" title="edf-713098" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/edf-713098-300x299.jpg" alt="edf-713098" width="300" height="299" /></a>Mas &#8211; eu já disse &#8211; não estou apaixonado. Olho para o amor com olhos de suspeita, curiosos. Quero decifrar sua língua desconhecida. Procuro, ao contrário do Drummond, as cem razões do amor&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Vou a Santo Agostinho, em busca de sua sabedoria. Releio as Confissões, texto de um velho que meditava sobre o amor sem estar apaixonado. Possivelmente aí se encontre a análise mais penetrante das razões do amor jamais escrita. E me defronto com a pergunta que nenhum apaixonado poderia jamais fazer: &#8220;Que é que eu amo quando amo o meu Deus?&#8221; Imaginem que um apaixonado fizesse essa pergunta à sua amada: &#8220;Que é que eu amo quando te amo?&#8221; Seria, talvez, o fim de uma estória de amor. Pois esta pergunta revela um segredo que nenhum amante pode suportar: que ao amar a amada o amante está amando uma outra coisa que não é ela. Nas palavras de Hermann Hesse, &#8220;o que amamos é sempre um símbolo&#8221;. Daí, conclui ele, a impossibilidade de fixar o seu amor em qualquer coisa sobre a terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Variações sobre a impossível pergunta:</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-4046" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/olhosnosolhos.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4046" title="olhosnosolhos" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/olhosnosolhos-199x300.jpg" alt="olhosnosolhos" width="199" height="300" /></a>&#8220;Te amo, sim, mas não é bem a ti que eu amo. Amo uma outra coisa misteriosa, que não conheço, mas que me parece ver aflorar no seu rosto. Eu te amo porque no teu corpo um outro objeto se revela. Teu corpo é lagoa encantada onde reflexos nadam como peixes fugidios&#8230; Como Narciso, fico diante dele&#8230; No fundo de tua luz marinha nadam meus olhos, à procura&#8230; Por isto te amo, pelos peixes encantados&#8230;&#8221;(Cecília Meireles)</p>
<p style="text-align: justify;">Mas eles são escorregadios, os peixes. Fogem. Escapam.</p>
<p style="text-align: justify;">Escondem-se. Zombam de mim. Deslizam entre meus dedos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu te abraço para abraçar o que me foge. Ao te possuir alegro-me na ilusão de os possuir. Tu és o lugar onde me encontro com esta outra coisa que, por pura graça, sem razões, desceu sobre ti, como o Vento desceu sobre a Virgem Bendita. Mas, por ser graça, sem razões, da mesma forma como desceu poderá de novo partir. Se isto acontecer deixarei de te amar. E minha busca recomeçará de novo&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é a dor que nenhum apaixonado suporta. A paixão se recusa a saber que o rosto da pessoa amada (presente) apenas sugere o obscuro objeto do desejo (ausente). A pessoa amada é metáfora de uma outra coisa. &#8220;O amor começa por uma metáfora&#8221;, diz Milan Kundera. &#8220;Ou melhor: o amor começa no momento em que uma mulher se inscreve com uma palavra em nossa memória poética.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Temos agora a chave para compreender as razões do amor: o amor nasce, vive e morre pelo poder &#8211; delicado &#8211; da imagem poética que o amante pensou ver no rosto da amada&#8230;&#8221;</p>


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					<span class="sub">07 March 2009 1:11 PM | 
					1 Comment</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. [...]					</span>
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					<span class="sub">11 October 2008 6:53 PM | 
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					<br /><span class="excerpt">
					MPB4 em uma belíssima interpretação da música "Por quien merece amor" de Silvio Rodriguez.					</span>
				</ul>
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					<img src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/05/1446258_vgtzp.jpeg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="O Beijo" title="Amor e Saudade" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/05/fernando-pessoa-a-falencia-do-prazer-e-do-amor/">A falência do prazer e do amor</a></b><br />
					<span class="sub">18 May 2008 6:59 PM | 
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					<br /><span class="excerpt">
					Fragmento de mais uma obra-prima de Fernando Pessoa - Ah, L'Amour.					</span>
				</ul>
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		<title>Carlos Drummond &#8211; Viver não dói</title>
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		<comments>http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-de-andrade-viver-nao-doi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 15:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joel Fabiani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="600" height="400" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/mhjmp7ypripvjin1wz.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="mhjmp7ypripvjin1wz" title="mhjmp7ypripvjin1wz" />&#8220;Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão [...]

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					<span class="sub">07 March 2009 1:11 PM | 
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					<span class="excerpt">
					Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. [...]					</span>
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					<span class="sub">15 December 2008 10:05 AM | 
					2 Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Porque algumas mudanças em nossa vida são necessárias, desejáveis ou não. Mais um belíssimo trabalho de Oswaldo Montenegro. 					</span>
				</ul>
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					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/02/torcida800x600-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="torcida800x600" title="torcida800x600" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/02/carlos-drummond-de-andrade-torcida-da-vida/">Drummond &#8211; Torcida da Vida</a></b>
					<span class="sub">13 February 2009 11:46 AM | 
					No Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!!!
					</span>
				</ul>
			</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-4014" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/mhjmp7ypripvjin1wz.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4014" title="mhjmp7ypripvjin1wz" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/mhjmp7ypripvjin1wz-300x200.jpg" alt="mhjmp7ypripvjin1wz" width="300" height="200" /></a>&#8220;Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-4019" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/iraqi_girl_smiles.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4019" title="iraqi_girl_smiles" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/iraqi_girl_smiles-300x225.jpg" alt="iraqi_girl_smiles" width="300" height="225" /></a>Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4024" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/felicidade.jpg"><img class="size-medium wp-image-4024 aligncenter" title="felicidade" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/felicidade-300x223.jpg" alt="felicidade" width="300" height="223" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.&#8221;</p>


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					<span class="sub">07 March 2009 1:11 PM | 
					1 Comment</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. [...]					</span>
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					<span class="sub">15 December 2008 10:05 AM | 
					2 Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Porque algumas mudanças em nossa vida são necessárias, desejáveis ou não. Mais um belíssimo trabalho de Oswaldo Montenegro. 					</span>
				</ul>
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					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/02/torcida800x600-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="torcida800x600" title="torcida800x600" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/02/carlos-drummond-de-andrade-torcida-da-vida/">Drummond &#8211; Torcida da Vida</a></b><br />
					<span class="sub">13 February 2009 11:46 AM | 
					No Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!!!
					</span>
				</ul>
			</ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-de-andrade-viver-nao-doi/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Carlos Drummond &#8211; As sem-razões do amor</title>
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		<comments>http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-as-sem-razoes-do-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 16:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joel Fabiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatus]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[drummond]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[razão]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[rubem alves]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="660" height="479" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/sv-amor-e-musica-lee-s.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="sv-amor-e-musica-lee-s" title="sv-amor-e-musica-lee-s" />Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. [...]

<h3>Leia também:</h3><br/><ul class="related-posts">				<ul class="clearfix">
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					<span class="sub">10 March 2009 3:15 AM | 
					1 Comment</span>
					<span class="excerpt">
					Na absoluta maioria das vezes, aprecio intensamente os artigos do Agnon. Mas esse último&#8230; Passou dos limites!!! Em minha opinião e até este momento, simplesmente o melhor. O artigo intitulado &#8220;Desejo sexual x Eros&#8221; expõe, de forma magnífica, as peculiaridades do amor e do sexo [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/mhjmp7ypripvjin1wz-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="mhjmp7ypripvjin1wz" title="mhjmp7ypripvjin1wz" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-de-andrade-viver-nao-doi/">Carlos Drummond &#8211; Viver não dói</a></b>
					<span class="sub">09 March 2009 12:09 PM | 
					1 Comment</span>
					<span class="excerpt">
					&#8220;Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/01/o-que-e-a-danca-contemporaneac-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="A dança" title="A dança" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/01/pablo-neruda-a-danca/">Pablo Neruda &#8211; A Dança</a></b>
					<span class="sub">26 January 2009 11:04 PM | 
					No Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam o fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta
Que não floresce e leva dentro de si, oculta,
A luz daquelas flores,
E [...]					</span>
				</ul>
			</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-3964" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/sv-amor-e-musica-lee-s.jpg"><img class="size-medium wp-image-3964 alignright" title="sv-amor-e-musica-lee-s" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/sv-amor-e-musica-lee-s-300x217.jpg" alt="sv-amor-e-musica-lee-s" width="300" height="217" /></a>Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. Ela floresce porque floresce&#8221;.<a rel="attachment wp-att-3964" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/sv-amor-e-musica-lee-s.jpg"><br />
</a></p>
<p>&#8220;Eu te amo porque te amo,<br />
Não precisas ser amante,<br />
e nem sempre sabes sê-lo.<br />
Eu te amo porque te amo.<br />
Amor é estado de graça<br />
e com amor não se paga.</p>
<p>Amor é dado de graça,<br />
é semeado no vento,<br />
na cachoeira, no eclipse.<br />
Amor foge a dicionários<br />
e a regulamentos vários.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3963" href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/o_amor.jpg"><img class="size-medium wp-image-3963 alignright" title="o_amor" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/o_amor-300x178.jpg" alt="o_amor" width="300" height="178" /></a>Eu te amo porque não amo<br />
bastante ou demais a mim.<br />
Porque amor não se troca,<br />
não se conjuga nem se ama.<br />
Porque amor é amor a nada,<br />
feliz e forte em si mesmo.</p>
<p>Amor é primo da morte,<br />
e da morte vencedor,<br />
por mais que o matem (e matam)<br />
a cada instante de amor.&#8221;</p>


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					<span class="sub">10 March 2009 3:15 AM | 
					1 Comment</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Na absoluta maioria das vezes, aprecio intensamente os artigos do Agnon. Mas esse último&#8230; Passou dos limites!!! Em minha opinião e até este momento, simplesmente o melhor. O artigo intitulado &#8220;Desejo sexual x Eros&#8221; expõe, de forma magnífica, as peculiaridades do amor e do sexo [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/mhjmp7ypripvjin1wz-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="mhjmp7ypripvjin1wz" title="mhjmp7ypripvjin1wz" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-de-andrade-viver-nao-doi/">Carlos Drummond &#8211; Viver não dói</a></b><br />
					<span class="sub">09 March 2009 12:09 PM | 
					1 Comment</span>
					<br /><span class="excerpt">
					&#8220;Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/01/o-que-e-a-danca-contemporaneac-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="A dança" title="A dança" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/01/pablo-neruda-a-danca/">Pablo Neruda &#8211; A Dança</a></b><br />
					<span class="sub">26 January 2009 11:04 PM | 
					No Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam o fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta
Que não floresce e leva dentro de si, oculta,
A luz daquelas flores,
E [...]					</span>
				</ul>
			</ul>]]></content:encoded>
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		<title>Drummond &#8211; Torcida da Vida</title>
		<link>http://joelteixeira.net/2009/02/carlos-drummond-de-andrade-torcida-da-vida/</link>
		<comments>http://joelteixeira.net/2009/02/carlos-drummond-de-andrade-torcida-da-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 14:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joel Fabiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Multimedia]]></category>
		<category><![CDATA[drummond]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[torcida]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="800" height="600" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/02/torcida800x600.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="torcida800x600" title="torcida800x600" />Pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!!!


Leia também:				
										Carlos Drummond &#8211; Viver não dói
					09 March 2009 12:09 PM &#124; 
					1 Comment
					
					&#8220;Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas [...]

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					<span class="sub">09 March 2009 12:09 PM | 
					1 Comment</span>
					<span class="excerpt">
					&#8220;Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/01/filmemylife-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="Fillme - Minha Vida" title="Fillme - Minha Vida" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/01/filme-minha-vida-my-life/">Filme &#8211; Minha Vida (My Life)</a></b>
					<span class="sub">18 January 2009 1:26 PM | 
					8 Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Um dos pontos mais abordados nos textos de Rubem Alves é sem dúvida, o sistema educacional contemporâneo. O escritor, teólogo e psicanalista tem uma maneira bem peculiar de, com sutileza inigualável,  criticar o atual modelo.

João Machado, editor do Planeta Edução, escreveu sobre este mesmo tema:

Nas [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/12/l_449f32c3078a0b52b156a1b6563151da-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="l_449f32c3078a0b52b156a1b6563151da" title="l_449f32c3078a0b52b156a1b6563151da" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/12/concreto-e-asfalto-tempos-de-crianca/">Concreto e Asfalto &#8211; Tempos de Criança</a></b>
					<span class="sub">24 December 2008 2:08 PM | 
					4 Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Tive a feliz oportunidade de assistir a um show desta banda. Simplesmente o máximo: Letras, melodia, presença de palco e a simpatia dos integrantes são realmente um diferencial. Acredito que muito mais que muitas bandas  &#8220;iniciantes&#8221; essa banda ainda vai dar muito o que &#8220;cantar&#8221;. [...]					</span>
				</ul>
			</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.</p>
<br /><img src="http://joelteixeira.net/resources/wordtube/Torcida_da_vida_.jpg" alt="media" /><br />
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<p>Mas muita gente ainda torce por você!!!</p>


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					<span class="sub">09 March 2009 12:09 PM | 
					1 Comment</span>
					<br /><span class="excerpt">
					&#8220;Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/01/filmemylife-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="Fillme - Minha Vida" title="Fillme - Minha Vida" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/01/filme-minha-vida-my-life/">Filme &#8211; Minha Vida (My Life)</a></b><br />
					<span class="sub">18 January 2009 1:26 PM | 
					8 Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Um dos pontos mais abordados nos textos de Rubem Alves é sem dúvida, o sistema educacional contemporâneo. O escritor, teólogo e psicanalista tem uma maneira bem peculiar de, com sutileza inigualável,  criticar o atual modelo.

João Machado, editor do Planeta Edução, escreveu sobre este mesmo tema:

Nas [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/12/l_449f32c3078a0b52b156a1b6563151da-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="l_449f32c3078a0b52b156a1b6563151da" title="l_449f32c3078a0b52b156a1b6563151da" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/12/concreto-e-asfalto-tempos-de-crianca/">Concreto e Asfalto &#8211; Tempos de Criança</a></b><br />
					<span class="sub">24 December 2008 2:08 PM | 
					4 Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Tive a feliz oportunidade de assistir a um show desta banda. Simplesmente o máximo: Letras, melodia, presença de palco e a simpatia dos integrantes são realmente um diferencial. Acredito que muito mais que muitas bandas  &#8220;iniciantes&#8221; essa banda ainda vai dar muito o que &#8220;cantar&#8221;. [...]					</span>
				</ul>
			</ul>]]></content:encoded>
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