mulher Archive

  • Arnaldo Jabor em uma verdadeira e deliciosa crítica comportamental.  Quem conhece seu excelente trabalho sabe que “escrever bonitinho” nunca foi uma de suas preocupações. Desta maneira, enfatizo com a devida formalidade que o texto pode, invariavelmente, ser interpretado como rude por sensíveis, joselitos e sem [...]

    Homens desejam mulheres que não existem

    Arnaldo Jabor em uma verdadeira e deliciosa crítica comportamental.  Quem conhece seu excelente trabalho sabe que “escrever bonitinho” nunca foi uma de suas preocupações. Desta maneira, enfatizo com a devida formalidade que o texto pode, invariavelmente, ser interpretado como rude por sensíveis, joselitos e sem [...]

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  • Quando fui ferida,
por Deus, pelo Diabo, ou por mim mesma,
- ainda não sei -
percebi que não morrera, após três dias,
ao rever pardais
e moitinhas de trevo.
Quando era jovem,
só estes passarinhos,
estas folhinhas bastavam
para eu cantar louvores,
dedicar óperas ao Rei.
Mas um cachorro batido
demora um pouco a latir,
a festejar [...]

    Adélia Prado – Cólera Divina

    Quando fui ferida, por Deus, pelo Diabo, ou por mim mesma, - ainda não sei - percebi que não morrera, após três dias, ao rever pardais e moitinhas de trevo. Quando era jovem, só estes passarinhos, estas folhinhas bastavam para eu cantar louvores, dedicar óperas ao Rei. Mas um cachorro batido demora um pouco a latir, a festejar [...]

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  • Sozinhos, Lya Luft e Diogo Mainardi, já justificam a compra de uma nova edição da revista Veja. Lya, de um lado, sempre com textos que nos levam a repensar conceitos e nos valores humanos de um modo geral. Diogo, no outro extremo, debate assuntos de [...]

    Lya Luft – A mulher e o poder

    Sozinhos, Lya Luft e Diogo Mainardi, já justificam a compra de uma nova edição da revista Veja. Lya, de um lado, sempre com textos que nos levam a repensar conceitos e nos valores humanos de um modo geral. Diogo, no outro extremo, debate assuntos de [...]

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  • Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

    Parabéns Mulheres

    Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

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