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	<title>The Joe Report &#187; sabino</title>
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		<title>A falência do prazer e do amor</title>
		<link>http://joelteixeira.net/2008/05/fernando-pessoa-a-falencia-do-prazer-e-do-amor/</link>
		<comments>http://joelteixeira.net/2008/05/fernando-pessoa-a-falencia-do-prazer-e-do-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 May 2008 21:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joel Fabiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatus]]></category>
		<category><![CDATA[artísta]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[sabino]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/05/1446258_vgtzp.jpeg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="O Beijo" title="Amor e Saudade" />Fragmento de mais uma obra-prima de Fernando Pessoa - Ah, L'Amour.

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					<span class="sub">11 October 2008 6:53 PM | 
					No Comments</span>
					<span class="excerpt">
					MPB4 em uma belíssima interpretação da música "Por quien merece amor" de Silvio Rodriguez.					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/01/o-que-e-a-danca-contemporaneac-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="A dança" title="A dança" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/01/pablo-neruda-a-danca/">Pablo Neruda &#8211; A Dança</a></b>
					<span class="sub">26 January 2009 11:04 PM | 
					No Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam o fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta
Que não floresce e leva dentro de si, oculta,
A luz daquelas flores,
E [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/sv-amor-e-musica-lee-s-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="sv-amor-e-musica-lee-s" title="sv-amor-e-musica-lee-s" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-as-sem-razoes-do-amor/">Carlos Drummond &#8211; As sem-razões do amor</a></b>
					<span class="sub">07 March 2009 1:11 PM | 
					1 Comment</span>
					<span class="excerpt">
					Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. [...]					</span>
				</ul>
			</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fragmento de mais uma obra-prima de Fernando Pessoa&#8230;</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;">— Amo como o amor ama.<br />
Não sei razão pra amar-te mais que amar-te.<br />
Que queres que te diga mais que te amo,<br />
Se o que quero dizer-te é que te amo?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Quando te falo, dói-me que respondas<br />
Ao que te digo e não ao meu amor.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Ah! não perguntes nada; antes me fala<br />
De tal maneira, que, se eu fora surda,<br />
Te ouvisse todo com o coração.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Se te vejo não sei quem sou: eu amo.<br />
Se me faltas [...]</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8230; Mas tu fazes, amor, por me faltares<br />
Mesmo estando comigo, pois perguntas —<br />
Quando é amar que deves.  Se não amas,<br />
Mostra-te indiferente, ou não me queiras,<br />
Mas tu és como nunca ninguém foi,<br />
Pois procuras o amor pra não amar,<br />
E, se me buscas, é como se eu só fosse<br />
Alguém pra te falar de quem tu amas.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><a href="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/05/1446258_vgtzp.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-258" title="Amor e Saudade" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/05/1446258_vgtzp.jpeg" alt="O Beijo" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;">Quando te vi amei-te já muito antes:<br />
Tornei a achar-te quando te encontrei.<br />
Nasci pra ti antes de haver o mundo.<br />
Não há cousa feliz ou hora alegre<br />
Que eu tenha tido pela vida fora,<br />
Que o não fosse porque te previa,<br />
Porque dormias nela tu futuro.</p>
<p style="padding-left: 30px;">E eu soube-o só depois, quando te vi,<br />
E tive para mim melhor sentido,<br />
E o meu passado foi como uma &#8216;strada<br />
Iluminada pela frente, quando<br />
O carro com lanternas vira a curva<br />
Do caminho e já a noite é toda humana.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Quando eu era pequena, sinto que eu<br />
Amava-te já longe, mas de longe&#8230;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Amor, diz qualquer cousa que eu te sinta!<br />
— Compreendo-te tanto que não sinto,<br />
Oh coração exterior ao meu!<br />
Fatalidade, filha do destino<br />
E das leis que há no fundo deste mundo!<br />
Que és tu a mim que eu compreenda ao ponto<br />
De o sentir&#8230;?</p>


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					<span class="sub">11 October 2008 6:53 PM | 
					No Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					MPB4 em uma belíssima interpretação da música "Por quien merece amor" de Silvio Rodriguez.					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/01/o-que-e-a-danca-contemporaneac-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="A dança" title="A dança" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/01/pablo-neruda-a-danca/">Pablo Neruda &#8211; A Dança</a></b><br />
					<span class="sub">26 January 2009 11:04 PM | 
					No Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam o fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta
Que não floresce e leva dentro de si, oculta,
A luz daquelas flores,
E [...]					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2009/03/sv-amor-e-musica-lee-s-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="sv-amor-e-musica-lee-s" title="sv-amor-e-musica-lee-s" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2009/03/carlos-drummond-as-sem-razoes-do-amor/">Carlos Drummond &#8211; As sem-razões do amor</a></b><br />
					<span class="sub">07 March 2009 1:11 PM | 
					1 Comment</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Rubem Alves, em seu &#8220;Retorno e Terno&#8221;, fez o seguinte comentário sobre o poema abaixo:  Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões. Angelus Silésius, místico medieval, disse que ele é como a rosa: &#8220;A rosa não tem &#8220;porquês&#8221;. [...]					</span>
				</ul>
			</ul>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fernando Sabino &#8211; O gato sou eu [crônica]</title>
		<link>http://joelteixeira.net/2008/01/fernando-sabino-o-gato-sou-eu-cronica/</link>
		<comments>http://joelteixeira.net/2008/01/fernando-sabino-o-gato-sou-eu-cronica/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 19:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joel Fabiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatus]]></category>
		<category><![CDATA[artísta]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[sabino]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="213" height="230" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/01/Fernando_SABINO.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="Fernando_SABINO" title="Fernando_SABINO" />Excelente crônica escrita por Fernando Sabino, mas quem é o gato afinal? O psicanalista, tão atencioso em sua análise ou o cliente que lhe conta seu sonho? Entre um e outro, o gato firma-se como símbolo da liberdade incondicional de sonhar.

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					<span class="sub">12 January 2008 12:30 AM | 
					2 Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/01/Casamento3-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="Casamento3" title="Casamento3" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/01/rubem-alves-ate-que-a-morte-cronica/">Rubem Alves &#8211; Até que a morte [crônica]</a></b>
					<span class="sub">15 January 2008 12:30 AM | 
					7 Comments</span>
					<span class="excerpt">
					Excelente crônica de Rubem Alves sobre o casamento.					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2006/10/rubem_alves210-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="rubem_alves210" title="rubem_alves210" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/01/rubem-alves-entre-dois-amores-cronica/">Rubem Alves &#8211; Entre dois amores [crônica]</a></b>
					<span class="sub">09 January 2008 1:45 AM | 
					No Comments</span>
					<span class="excerpt">
					O seu coração estava dividido entre dois amores. De um lado, um velho amor que se desfazia e do qual, se despedia. Tinha estado ligado àquela mulher por anos de afeto manso e tranqüilo, de amizade real e sincera.					</span>
				</ul>
			</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Excelente crônica escrita por Fernando Sabino, mas quem é o gato afinal? O psicanalista, tão atencioso em sua análise ou o cliente que lhe conta seu sonho? Entre um e outro, o gato firma-se como símbolo da liberdade incondicional de sonhar.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/01/gato_sorriso.jpg" alt="O gato sou eu" /></p>
<p>- Aí então, eu sonhei que tinha acordado. Mas continuei dormindo.<br />
- Continuou dormindo.<br />
- Continuei dormindo e sonhando. Sonhei que estava acordado na cama, e ao lado, sentado na cadeira, tinha um gato me olhando.<br />
- Que espécie de gato?<br />
- Não sei. Um gato. Não entendo de gatos. Acho que era um gato preto. Só sei que me olhava com aqueles olhos parados de gato.<br />
- A que você associa essa imagem?<br />
- Não era uma imagem: era um gato.<br />
- Estou dizendo a imagem do seu sonho: essa criação onírica simboliza uma profunda vivência interior. É uma projeção do seu subconsciente. A que você associa ela?<br />
- Associo a um gato.<br />
- Eu sei: aparentemente se trata de um gato. Mas na realidade o gato, no caso, é a representação de alguém. Alguém que lhe inspira um temor reverencial. Alguém que a seu ver está buscando desvendar o seu mais íntimo segredo. Quem pode ser essa alguém, me diga? Você deitado aí nesse divã como na cama em seu sonho, eu aqui nesta poltrona, o gato na cadeira&#8230; Evidentemente esse gato sou eu.<br />
- Essa não, doutor. A ser alguém, neste caso o gato sou eu.<br />
- Você está enganado. E o mais curioso é que, ao mesmo tempo, está certo, certíssimo, no sentido em que tudo o que se sonha não passa de uma projeção do eu.<br />
- Uma projeção do senhor?<br />
- Não: uma projeção do <em>eu</em>. O eu, no caso, é você.<br />
- Eu sou o senhor? Qual é, doutor? Está querendo me confundir a cabeça ainda mais? Eu sou eu, o senhor é o senhor, e estamos conversados.<br />
- Eu sei: eu sou eu, você é você. Nem eu iria pôr em dúvida uma coisa dessas, mais do que evidente. Não é isso que eu estou dizendo. Quando falo no eu, não estou falando em mim, por favor, entenda.<br />
- Em quem o senhor está falando?<br />
- Estou falando na individualidade do ser, que se projeta em símbolos oníricos. Dos quais o gato do seu sonho é um perfeito exemplo. E o papel que você atribui ao gato, de fiscalizá-lo o tempo todo, sem tirar os olhos de você, é o mesmo que atribui a mim. Por isso é que eu digo que o gato sou eu.<br />
- Absolutamente. O senhor vai me desculpar, doutor, mas o gato sou eu, e disto não abro mão.<br />
- Vamos analisar essa sua resistência em admitir que eu seja o gato.<br />
- Então vamos começar pela sua insistência em querer ser o gato. Afinal de contas, de quem é o sonho: meu ou seu?<br />
- Seu. Quanto a isto, não há a menor dúvida.<br />
- Pois então? Sendo assim, não há também a menor dúvida de que o gato sou eu, não é mesmo?<br />
- Aí é que você se engana. O gato é você, na <em>sua</em> opinião. E sua opinião é suspeita, porque formulada pelo consciente. Ao passo que, no subconsciente, o gato é uma representação do que significo para você. Portanto, insisto em dizer: o gato sou eu.<br />
- E eu insisto em dizer: não é.<br />
- Sou.<br />
- Não é. O senhor por favor saia do meu gato, que senão eu não volto mais aqui.<br />
- Observe como inconscientemente você está rejeitando minha interferência na sua vida através de uma chantagem&#8230;<br />
- Que é que há, doutor? Está me chamando de chantagista?<br />
- É um modo de dizer. Não vai nisso nenhuma ofensa. Quero me referir à sua recusa de que eu participe de sua vida, mesmo num sonho, na forma de um gato.<br />
- Pois se o gato sou eu! Daqui a pouco o senhor vai querer cobrar consulta até dentro do meu sonho.<br />
- Olhe aí, não estou dizendo? Olhe a sua reação: isso é a sua maneira de me agredir. Não posso cobrar consulta dentro do seu sonho enquanto eu assumir nele a forma de um gato.<br />
- Já disse que o gato sou eu!<br />
- Sou eu!<br />
- Ponha-se para fora do meu gato!<br />
- Ponha-se para fora daqui!<br />
- Sou eu!<br />
- Eu!<br />
- Eu! Eu!<br />
- Eu! Eu! Eu!</p>
<p><strong>Fique por dentro:</strong></p>
<blockquote>
<p align="justify">Fernando Tavares Sabino (<a title="Belo Horizonte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Belo_Horizonte">Belo Horizonte</a>, <a title="12 de outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_outubro">12 de outubro</a> de <a title="1923" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1923">1923</a> — <a title="Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_%28Rio_de_Janeiro%29">Rio de Janeiro</a>, <a title="11 de outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/11_de_outubro">11 de outubro</a> de <a title="2004" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2004">2004</a>) foi um <a title="Escritor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritor</a> e <a title="Jornalista" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalista">jornalista</a> <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a>.Durante a adolescência, foi locutor de programa de rádio e começou a colaborar regularmente com artigos, <a title="Crônica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%B4nica">crônicas</a> e <a title="Conto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conto">contos</a> em revistas da cidade, conquistando prêmios em concursos.<br />
No início da <a title="Década de 1940" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1940">década de 1940</a>, começou a cursar a Faculdade de <a title="Direito" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito">Direito</a> e ingressou no jornalismo como redator da <a title="Folha de Minas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folha_de_Minas">Folha de Minas</a>. Seu primeiro livro de contos, <em>Os grilos não cantam mais</em>, foi publicado em <a title="1941" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1941">1941</a>, no Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Tornou-se colaborador regular do jornal <a title="Correio da Manhã (Brasil)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_da_Manh%C3%A3_%28Brasil%29">Correio da Manhã</a>, onde conheceu <a title="Vinicius de Moraes" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinicius_de_Moraes">Vinicius de Moraes</a>, de quem se tornou amigo.</p>
<p align="justify">Mudou-se para o <a title="Rio de Janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro">Rio de Janeiro</a> em <a title="1944" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1944">1944</a>. Depois de se formar em Direito na Faculdade Federal do Rio de Janeiro em <a title="1946" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1946">1946</a>, viajou com Vinicius de Moraes aos <a title="Estados Unidos da América" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica">Estados Unidos da América</a>, onde morou por dois anos em <a title="Nova Iorque" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Iorque">Nova Iorque</a>.</p>
<p align="justify"><em>O encontro marcado</em>, uma de suas obras mais conhecidas, foi lançada em <a title="1956" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1956">1956</a>, ganhando edições até no exterior, além de ser adaptada para o <a title="Teatro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro">teatro</a>. Sabino decidiu, então (<a title="1957" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1957">1957</a>), viver exclusivamente como escritor e jornalista. Iniciou uma produção diária de <a title="Crônica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%B4nica">crônicas</a> para o <a title="Jornal do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornal_do_Brasil">Jornal do Brasil</a>, escrevendo mensalmente também para a revista <a class="new" title="Revista Senhor" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Revista_Senhor&amp;action=edit">Senhor</a>.</p>
<p align="justify">Em <a title="1960" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1960">1960</a>, Fernando Sabino publicou o livro <em>O homem nu</em>, pela <a class="new" title="Editora do Autor" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Editora_do_Autor&amp;action=edit">Editora do Autor</a>, fundada por ele, <a title="Rubem Braga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rubem_Braga">Rubem Braga</a> e <a class="new" title="Walter Acosta" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Walter_Acosta&amp;action=edit">Walter Acosta</a>. Publicou, em <a title="1962" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1962">1962</a>, <em>A mulher do vizinho</em>, que recebeu o Prêmio Cinaglia do Pen Club do Brasil.</p>
<p align="justify">Em <a title="1966" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1966">1966</a>, fez a cobertura da <a title="Copa do Mundo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo">Copa do Mundo de Futebol</a> para o Jornal do Brasil. Fundou, em <a title="1967" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1967">1967</a>, em conjunto com Rubem Braga, a <a class="new" title="Editora Sabiá" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Editora_Sabi%C3%A1&amp;action=edit">Editora Sabiá</a>, onde publicou livros de Vinicius de Moraes, <a title="Paulo Mendes Campos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Mendes_Campos">Paulo Mendes Campos</a>, <a title="Otto Lara Resende" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otto_Lara_Resende">Otto Lara Resende</a>, <a title="Carlos Drummond de Andrade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Drummond_de_Andrade">Carlos Drummond de Andrade</a>, <a title="Manuel Bandeira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Bandeira">Manuel Bandeira</a>, <a title="Cecília Meireles" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cec%C3%ADlia_Meireles">Cecília Meireles</a> e <a title="Clarice Lispector" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector">Clarice Lispector</a>, entre outros.</p>
<p align="justify">Publicou o <a title="Romance" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Romance">romance</a> <em><a title="O grande mentecapto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_grande_mentecapto">O grande mentecapto</a></em> em <a title="1979" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1979">1979</a>, iniciado mais de trinta anos antes. A obra, que lhe rendeu o <a title="Prêmio Jabuti" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Jabuti">Prêmio Jabuti</a>, e acabaria sendo adaptada para o <a title="Cinema" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema">cinema</a>, com direção de <a title="Oswaldo Caldeira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oswaldo_Caldeira">Oswaldo Caldeira</a>, em <a title="1989" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1989">1989</a>, e também para o teatro. Em julho de <a title="1999" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1999">1999</a>, recebeu da <a title="Academia Brasileira de Letras" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Academia_Brasileira_de_Letras">Academia Brasileira de Letras</a> o <a title="Prêmio Machado de Assis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Machado_de_Assis">prêmio Machado de Assis</a> pelo conjunto de sua obra.</p>
<p align="justify">Faleceu em sua casa em <a title="Ipanema" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ipanema">Ipanema</a> (zona sul no <a title="Rio de Janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro">Rio de Janeiro</a>), vítima de <a title="Câncer" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ncer">câncer</a> no <a title="Fígado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADgado">fígado</a>, às vésperas de seu 81º aniversário.</p>
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					<span class="sub">12 January 2008 12:30 AM | 
					2 Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.					</span>
				</ul>
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					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2008/01/Casamento3-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="Casamento3" title="Casamento3" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/01/rubem-alves-ate-que-a-morte-cronica/">Rubem Alves &#8211; Até que a morte [crônica]</a></b><br />
					<span class="sub">15 January 2008 12:30 AM | 
					7 Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					Excelente crônica de Rubem Alves sobre o casamento.					</span>
				</ul>
							<ul class="clearfix">
					<img width="36" height="36" src="http://joelteixeira.net/wp-content/uploads/2006/10/rubem_alves210-36x36.jpg" class="attachment-sidebar-thumb wp-post-image" alt="rubem_alves210" title="rubem_alves210" 0="" />					<b><a style="text-decoration: none;" href="http://joelteixeira.net/2008/01/rubem-alves-entre-dois-amores-cronica/">Rubem Alves &#8211; Entre dois amores [crônica]</a></b><br />
					<span class="sub">09 January 2008 1:45 AM | 
					No Comments</span>
					<br /><span class="excerpt">
					O seu coração estava dividido entre dois amores. De um lado, um velho amor que se desfazia e do qual, se despedia. Tinha estado ligado àquela mulher por anos de afeto manso e tranqüilo, de amizade real e sincera.					</span>
				</ul>
			</ul>]]></content:encoded>
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